quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Era uma vez...

"Guarda-me como a menina do olho,Esconde-me debaixo a sobra das suas asas"
Salmo 17.8
Guarda-me como à menina do olho; esconde-me debaixo da sombra das tuas asas

Salmos 17:8"
Guarda-me como à menina do olho; esconde-me debaixo da sombra das tuas asas,

Salmos 17:8
Guarda-me como à menina do olho; esconde-me debaixo da sombra das tuas asas,

Salmos 17:8
Guarda-me como à menina do olho; esconde-me debaixo da sombra das tuas asas,

Salmos 17:8
Guarda-me como à menina do olho; esconde-me debaixo da sombra das tuas asas,

Salmos 17:8
Guarda-me como à menina do olho; esconde-me debaixo da sombra das tuas asas,

Salmos 17:8
Guarda-me como à menina do olho; esconde-me debaixo da sombra das tuas asas,

Salmos 17:8
Guarda-me como à menina do olho; esconde-me debaixo da sombra das tuas asas,

Salmos 17:8
Guarda-me como à menina do olho; esconde-me debaixo da sombra das tuas asas,

Salmos 17:8
Guarda-me como à menina do olho; esconde-me debaixo da sombra das tuas asas,

Salmos 17:

Era uma vez e assim começa a história...
Quantos de nós não já ouvimos essa frase?
Hoje como professor tive uma experiência interessante em sala de aula,ao distribuir para crianças do 2° ano do ensino fundamental ,crianças de 8-9 anos,uma folha ofício apenas com a frase ERA UMA VEZ...e a partir dali elas fizessem um desenho e contassem uma história,a psicologia diz que desenhar é representar-se ou projetar-se no papel através dos desenhos das crianças, pode-se observar detalhes que para uma pessoa adulta pode passar despercebido. O desenho pode ser, na infância, um canal de comunicação entre a criança e seu mundo exterior. A primeira porta que a criança abre o seu interior.
Ao termino me deparei com um grande numero de meninas cerca de 80 a 90% desenharam PRINCESAS (foto ao acima),o que me chamou muito a atenção e me deixou feliz me fez entender que mesmo em meio ao mundo secularizado que vivemos,com influencias negativas de todos os lados,a sexualidade invadindo o mundo infantil,daquelas que o Senhor Jesus disse que teríamos que receber o reino dos céus como elas (Lucas 18.17),elas ainda se vêem como  PRINCESAS,como meninas dos olhos de um Rei,exatamente como Deus vê cada uma delas,não somente elas mas nós,como príncipes e princesas filhas(os) de um Rei não somente em uma forma de herdeiros de riquezas,como algumas igrejas tem colocado erroneamente,mas herdeiros de uma  vida abundante e eterna como diz Paulo: E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.(Romanos 8.17).
Infelizmente muitas igrejas,pais tem deixado o mundo influenciar os pequeninos do Senhor Jesus,tem deixado o trabalho com as crianças em segundo plano,crianças que não são somente  o futuro mas também o presente e que podem influênciar essa geração ,a criança tem um papel importante no Reino de Deus,podemos ver isso em toda a bíblia,Deus chama Samuel ainda criança,podemos vê-lo servindo ao Senhor ainda pequeno ( E o menino Samuel continuava a crescer, sendo cada vez mais estimado pelo Senhor e pelo povo.I Samuel 2.26.), No novo testamento uma criança é usada: (Está aqui um menino que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isso para tantos? então Jesus pegou os pães deu graças e repartiu entre a multidão.João 6.9.11).
Entretanto, Samuel, ainda criança, servia diante do Senhor, trajando um efod de linho.

1 Samuel 2:18v
Entretanto, Samuel, ainda criança, servia diante do Senhor, trajando um efod de linho.

1 Samuel 2:18
Entretanto, Samuel, ainda criança, servia diante do Senhor, trajando um efod de linho.

1 Samuel 2:18
Isso é o evangelho puro e simples testemunhar para nossas crianças faze-las entender que a história é real,que UMA VEZ um Rei as formou,faze-las saber que realmente existe um Rei e que elas são de verdade PRINCESAS !

Sem Leonardo Claudino



quarta-feira, 24 de setembro de 2014

MINHA RELIGIÃO NÃO PERMITE

"Minha religião não permite" é uma expressão que não combina muito com o cristianismo. É comum e talvez soe perfeitamente bem a um expectador do evangelho ou a alguém que tenha passado perto mas não o suficiente.
Pra mim, no entanto, soa como uma lista de inúmeros itens que levam o ser humano ao Paraíso pelos seus próprios esforços. É sim provável que isso faça todo sentido pra alguém. 
Normal... O homem sempre teve a pretensão de habitar junto com Deus pela suas boas-obras motivadas por um coração sujo e motivações egoístas.
Acontece que no cristianismo a coisa não funciona bem assim. Até porque não importa o que eu faça, nunca serei bom o suficiente para merecer sequer um minuto na casa do Deus Santíssimo. Seus padrões são altos como a Muralha da China; eu escalaria alguns passos com as minhas boas-obras, me esforçaria e estaria exausta antes mesmo de ter alcançado 1%. A não ser pela fé, é impossível a agradar a Deus. A própria religião, no sentido dos rituais vazios de rendição a Deus, é inútil.
A linha de raciocínio aqui não envolve rituais, nem recompensas; envolve relacionamento. Deixa eu te explica melhor: Não é que que eu, enquanto cristã, faça ou deixe de fazer algo porque "pode ou não pode". É que eu sei que não sou tão boa, nem tão feliz sozinha quanto sou quando estou perto de Deus, sabe?
Não sou tão capaz, as coisas não fazem tanto sentido quando Ele está longe. Se é assim, por que eu deveria fazer algo de que ele não goste? 
Vamos lá, você é uma pessoa inteligente. Se você reconhece que tem pais incríveis, ou um bom chefe.. sei lá, de repente você "tirou a sorte grande" de ter um marido ou mulher que te ame incondicionalmente. 
Você escolheria fazer algo que os decepcionassem, que os agredissem? Algo que ou os envergonhassem? Duvido! Não conscientemente. Não sem se arrepender.
É assim que funciona com Deus. Eu não mereço (nem um pouco), mas Deus escolheu me amar. É como um cara da Zona Sul que se apaixona por uma menina da Baixada - O tipo de amor que não se quer perder.
É isso. Você não faz isso ou aquilo porque, depois de pesar na balança, em útima instância, não quer. Não vale a pena.
É como concluiu uma adolescente com quem eu conversava sobre isso. Entre a ideia da religião que não permite e do coração que quer agradar a Deus mesmo que isso tenha um preço, ela me perguntou: Tu é gamadinha em Deus, né? 
A pergunta me pegou de surpresa e eu achei tão engraçado que acho que nem respondi. Mas com essa pergunta ela resumiu tudo: Nós amamos a Deus porque Ele nos amou primeiro.. E aquele que tem os mandamentos de Deus e os guarda, esse é o que o ama. "E se alguém me amar - disse Jesus - será amado do meu Pai, eu também o amarei e me manifestarei a Ele." (JO 14:21)  



Ps. Se agradar a Deus tem sido um peso pra você, talvez você precise buscar conhecer mais a Deus... assim você vai amá-lo mais e vai desfrutar a famosa liberdade que a verdade traz. 
Mas, é claro que todo amor requer uma boa dose de renúncia. Não desista. Não é fácil pra ninguém. 

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

PAZ


Andar de avião provoca um sentimento de tensão na maioria das pessoas - Isso pra não dizer pânico mesmo! Perder completamente o controle sobre si mesmo a quilômetros de distância do solo realmente não é tranquilizador. Algumas pessoas (como eu) repetem para si mesmos alguns argumentos que funcionam, pelo menos até a primeira turbulência. "Os pilotos dos aviões são os profissionais mais bem selecionados do mercado... provavelmente, trabalham um número mais limitado de horas do que qualquer cirurgião ou químico industrial. Tá tudo sob controle. Os caras são bons." Se isso não funciona, eu me lembro da pergunta: "Por acaso conhece alguém, ou sabe de alguém da sua cidade que nos últimos 10 anos tenha morrido num acidente aéreo? Não! ... Aviões decolam e pousam o tempo todo e nunca acontece nada. Não vai ser justo na minha vez!" Mas, e se for justo na minha vez? Aí está a pergunta que refuta todos os argumentos anteriores, exigindo algo mais.

Para esses momentos carrego Filipenses 4:7 "E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus." PAZ! - um dos meus sentimentos favoritos. Não me refiro à paz como à ausência de guerras entre nações ou às confusões dos finais de festa; mas falo da harmonia e da calma as quais o Aurélio se refere. Claro que não na superficialidade dessas palavras em situações comuns, mas como na amplitude de um lago cujas águas parecem inertes... Pelo menos, essa é a imagem que me vem à mente quando falo de paz. Mas fique livre... Imagine como quiser; até porque sempre será uma descrição insuficiente, já que se trata da paz que excede todo o entendimento; de uma paz que o mundo não pode dar... Paz que pode ser sentida até mesmo em meio às turbulências, aos pousos e decolagens não somente de um avião, mas da vida.

A questão é que essa paz só pode ser sentida por quem se entrega à vontade de Deus, quem descansa nos seus braços e diz sinceramente: "Seja feita a Tua vontade". É a paz que se sente quando se diz: se eu viver viverei para Deus; se eu morrer viverei com Deus. É tratar com tranquilidade até mesmo a morte, a pior das hipóteses, em que se humanamente tudo der errado, ainda assim estaremos no céu, em casa, com o Pai.

Somente quem já entregou sua vida a Cristo a ponto de dizer sem medo "para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro" ganha de brinde essa paz. É um serviço disponível gratuitamente já no portão de embarque para todo aquele que crê em Deus. Se este é o seu caso, ajuste sua poltrona para trás, relaxe os ombros, abra a janela e desfrute a paisagem, que costuma ser deslumbrante e ao mesmo tempo ignorada em função do medo. Aproveite a viagem porque isso é paz. Aproveite sua vida e descanse inabalável porque, se ela pertence a Deus, Ele faz com ela o que bem entender. E isso é paz que excede todo entendimento.